O termo Web 2.0 já faz parte do léxico comum. A actual Internet ganha muitas vezes a alcunha referida, resumindo a sua tendência interactiva, por oposição à “antiga” Internet dos anos 90, que se comportava mais como uma televisão de muitos milhares de canais, difundindo conteúdo, mas com pouca participação dos mais comuns mortais. #
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No ano de 2001 apareceu a ideia de uma Web Semântica, um novo formato que permite aos computadores “compreender” os humanos, interligando significados. Actualmente quando quer saber alguma coisa, vai a um motor de busca e escreve uma expressão que descreva um assunto. O resultado é uma lista de milhares de sites, onde esteja presente o que inquiriu. Na já chamada web 3.0 o resultado é mais filtrado, resultando numa diminuição dos resultados, mas mais coerentes com a sua pesquisa. Imagine que precisa de um local para pernoitar e não tem muito dinheiro, talvez pesquise as palavras “estadia” e “ barata”. Como o motor de busca não entende o que quer, apenas reconhece palavras iguais, muitos dos sites no resultado serão acerca de locais habitados por bichinhos de 6 patas. Com a nova web, o “sentido” da sua busca será “compreendido” e apenas lhe dará os locais de preços módicos. #
A web semântica existe e é aplicada com sucesso moderado em alguns sites, mas não é uma revolução passível de ser chamada de uma nova web, é um desenvolvimento importante ao que já existe. A revolução é a Web Humana, a utilização de redes sociais para encontrar o que precisa. Perguntar aos seus pares e amigos das redes ou simplesmente deparar com sugestões de sites e assuntos, começa a ser falado como melhor alternativa a qualquer motor de busca. #
A Web Humana utiliza os computadores para aproximar pessoas, ao contrário da Web Semântica, e isso é a evolução a que podemos chamar de 3.0. #
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