Os Facebookitas foram fecundos e multiplicaram-se; tornaram-se tão numerosos e tão comunicativos, que a Internet ficou cheia deles. Vamos! É preciso tomar precaução contra eles e impedir que se multipliquem, para não acontecer que, sobrevindo o ónus da escolha, progridam no FaceBook e divulguem mais dados particulares, e se mantenham desconhecedores de suas próprias acções. Foi estabelecido, pois, sobre eles, o dia de abandonar o FaceBook e para acabrunhá-los com tal tarefa penosa: a eles foram sugeridos o e-mail, o Ning, o Akoha, o Twitter e a Diaspora, que deviam servir de alternativa. #
#
Os insurrectos dirigiram-se ao FaceBook e disseram-lhe: “Assim falam os que sabem, deixem ir quem quer ir, para que façamos uma festa online”. O FaceBook respondeu: “Quem descobrir como, pode ir! Mas os dados privados não deixarei partir”. Os insurrectos prosseguiram: “Uma epifania nos apareceu. Se te recusas a respeitar a privacidade dos Facebookitas, em 2 dias (31 de Maio), atrairemos todos para procurá-la onde houver”. O FaceBook disse aos insurrectos: “Vede: Eles não vos ouvirão. Endureci meu coração com a finda polémica de o Farmville sair de minha casa e pesam sobre mim grupos internos e externos que, como vós, são tumores que se arrebatarão em úlceras, mas com o venal do valimento e o inçar dos perfis, posso cobrir toda a política de privacidade e os termos de utilização”. #
Os filhos do Diaspora levantaram a vara e clamaram por preito. As abas das carteiras dividiram-se e os crentes entoaram em honra da nova rede social o seguinte cântico: “Cantarei ao novo projecto de uma rede descentralizada, simples e gratuita”. Então uma nuvem de voluntários, com e sem interesses, cobriu a tenda de reunião e a glória encheu o tabernáculo. No futuro está a arca da aliança oculta por um véu. #
#